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Os artistas dos games em busca do personagem perfeito

29/12/2011 Views: 622 Curiosidades

É hora de rever as maiores decepções do ano

Em 2011 tivemos jogos extraordinários e acontecimentos incríveis. Mas também tivemos o outro lado, cheio de notícias ruins para equilibrar as coisas.

A lista a seguir reúne as maiores decepções do ano – segundos nós, do Kotaku. Antes de continuar lendo, saiba que poucos representantes dessa lista são péssimos de verdade. Porque não é uma lista de piores do ano. São só os jogos (ou trechos de jogos) que não cumpriram a expectativa criada em torno deles. Ou, em outras palavras, decepcionaram.

Essas são indicações de todos os editores do Kotaku US, então se contenha antes de sair caçando contradições com posts publicados anteriormente. Podemos continuar?

Dragon Age II

Com Dragon Age, a BioWare fez um dos melhores RPGs da geração atual. E Dragon Age II era… OK. Mas eles pouparam tantos esforços que quase não sobrou um jogo para contar a história.

L.A. Noire

Quanto tempo demorou para ficar pronto? E quanto custou? A tecnologia de captura facial foi uma revolução, e a trilha sonora é maravilhosa, mas ainda ficou parecendo um jogo qualquer com uma fachada de Rockstar Games (mundo aberto, dublagem excelente) para dar aquela cara de jogo “AAA”.

Nintendo 3DS

Você consegue se lembrar de um lançamento de hardware mais decepcionante nos últimos tempos? Um anúncio mal feito, um preço alto e uma interface de usuário pesada, além da falta de uma segunda alavanca e de bons jogos. O 3DS vai tirando o atraso no começo de 2012, com preço menor e os primeiros grandes jogos, mas durante boa parte de 2011 ele ficou parecendo mais um DS 2.5.

Homefront

As expectativas eram astronômicas. A THQ queria chegar ao topo, entrar para o clubinho de gente como Modern Warfare e Battlefield. Ela gastou muito dinheiro, agitou um dos maiores hypes. Então nós jogamos e descobrimos que os cenários eram fracos, a história era forçada, a campanha solo era absurdamente curta (tanto em duração quanto em ideias) e o multiplayer não era capaz de nos tirar de outros shooters que já estavam no mercado.

Duke Nukem Forever

Nós esperávamos um jogão das antigas. E não um monte de m**da como esse.

DLC exclusivo de pré-venda

Aquela ideia estúpida de acordos exclusivos das produtoras com lojistas não estava com os dias contados? Nós pensávamos que sim. Mas, infelizmente, erramos feio.

Jogos do Kinect

Pouco tempo depois de todo mundo comprar o Kinect, começamos a desconfiar que ele seria só mais uma opção de navegar pelos menus do Xbox 360. Por quê? Porque já se passou um ano do lançamento e ainda não existem bons jogos para ele, só títulos infantis e “party games”. Vamos lá, pessoal. Vocês acabaram criando vários jogos bacanas para os controles de movimento do Wii, é hora de fazer o mesmo para o Kinect.

Assassin’s Creed: Revelations

Sendo o último jogo com Ezio como protagonista, e tendo esse subtítulo “Revelations”, o novo Assassin’s Creed deveria revelar alguma coisa. Mas não foi o que aconteceu. Assassin’s Creed: Jogando Conversa Fora seria um nome melhor.

Red Faction: Armageddon

Red Faction Guerilla foi uma das agradáveis surpresas dessa geração, com cenários marcianos e uma bela engine física. Por isso a expectativa pela continuação era grande. E por isso eles… cortaram tudo o que era legal do primeiro jogo, trocaram céus azuis por cavernas e lindas explosões por bugs e mais bugs.

Uncharted 3

Sim, Uncharted 3 é um grande jogo, mas é triste ver como ele fica devendo em vários aspectos se comparado com Uncharted 2. Ele não tem o ritmo, o contexto, o “level design” e, principalmente, toda a química dos dois primeiros jogos da série.

The Last Guardian

E você achando que ia jogar o novo do Team Ico em 2011. Mas aí Fumito Ueda sai da Sony, o produtor executivo parte para novos desafios e as trombetas do apocalipse começam a soar.

RAGE

Todos esperando o novo jogo dos criadores de Doom em anos e qual foi o resultado? Um shooter dos bons embalado num mundo aberto sem graça e com vários problemas de desempenho. As configurações gráficas na versão de PC são particularmente terríveis.

Brink

Assim como Homefront, Brink era um novo jogo que vinha gerando muita expectativa. Mas sua bela direção de arte não conseguiu esconder um terrível lançamento marcado por falhas técnicas e “incompreensão do público”. Por mais que os problemas tenham sido corrigidos um tempo depois, ele nunca vai ser o shooter multiplayer imbatível que pretendia ser.

Fonte: http://www.kotaku.com.br/

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