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Shift 2 Unleashed: novo jogo, mesmo problema

15/04/2011 Views: 771 Playstation, Xbox

Warner volta atrás e desiste de comentar vazamento de “Mortal Kombat”

Cinco dias após o episódio do vazamento de discos da versão brasileira de “Mortal Kombat”, no último domingo (10), a Warner Bros. decidiu não se pronunciar oficialmente sobre o caso.

A princípio, a distribuidora disse que estava elaborando comunicado oficial para esclarecer a situação. Nesse período, UOL Jogos procurou a empresa diariamente atrás de uma explicação. Porém, na tarde desta quinta-feira (14) a assessoria de imprensa informou que a empresa decidiu não se pronunciar sobre a questão.

Procurada por UOL Jogos, a Sony DADC, fábrica de onde vazou o disco de “Mortal Kombat”, também não comentou oficialmente o episódio.

“Mortal Kombat” vaza no Brasil

No último domingo (10), o amazonense Kaleb Kettle divulgou dois vídeos mostrando trechos de “Mortal Kombat”, cuja estreia mundial está marcada para o próximo dia 19 (terça). Kettle exibiu inclusive o disco do jogo, que conta com selo da Classificação Indicativa.

Em texto já retirado da internet, Kettle explicou o caso da seguinte maneira: “O jogo não vazou, moro perto da fábrica da Sony no Brasil… peguei uma cópia lá, nada além disso”.

Kaleb se refere à Sony DADC, braço da Sony especializado na fabricação e reprodução de CDs e DVDs, que desde abril de 2009 é parceira na produção e distribuição de discos da Warner no Brasil.

Dezenas de pessoas se manisfetaram na internet com relação ao assunto, inclusive Hector Sanchez, produtor do game, que fez o seguinte comentário pelo Twitter: “Eu trabalhei muito para ter certeza de que tratamos (o) Brasil com respeito. Eu não posso acreditar que isso aconteceu. Estou decepcionado”.

Sobre vazamentos

Apesar de toda a confusão, vale destacar que vazamentos de jogos antes de suas datas oficiais de lançamento são mais comuns do que parece.

Em outubro de 2004, uma versão em francês de “Halo 2″, para o primeiro Xbox, chegou à internet. “Gears of War 2″ e “Assassin’s Creed” caíram na rede quatro anos depois – estima-se que cerca de 700 mil cópias piratas do jogo da Ubisoft foram vendidas antes do lançamento. Mais recentemente, em fevereiro, “Crysis 2″ e “Killzone 3″ tiveram o mesmo destino.

Também é comum saber de casos de lojas que furam a data de lançamento e começam a vender os games que recebem antecipadamente no estoque. Na Austrália, por exemplo, “Pokémon Black” e “White”, para Nintendo DS, já estavam sendo vendidos dias antes da data oficial.

Contudo, é extremamente raro (se não inédito) um caso como este em que um jogador comum consegue a cópia comercial do game direto da fábrica.

Fonte: http://jogos.uol.com.br