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17/12/2010 Views: 658 Curiosidades

Melhores do Ano Game TV – Parte 3

Não tenho do que reclamar de 2010. Aliás, tenho: Podia ter saído mais um Uncharted. Ops, foi mal, será lançado em 2011, então beleza. Falando sério, foi um ano excelente, cheio de novidades para todo e qualquer tipo de gosto. Dos hack’n slashs, para os RPGs (americanos e japoneses), jogos de mundo aberto, fechado, corrida (até que enfim GT5), violentos (Zeeeeeeeeeus!!!) e até fofinhos (aquela bola rosa que o diga). Teve para todo mundo.

Eu curti

Não vou cair na mesmice e falar de como eu gostei de God of War 3 e como ele é meu jogo preferido de 2010 e de todos os tempo. Simples, porque ele não é. Foi legal? Para caramba. Mas sei lá, foram tantos GOWs iguais que mais um, menos um não fez muita diferença. Faria falta se não tivesse, não posso negar, mas acho que rolou uma auto sabotagem.

God of War Collection, God of War 3, God of War Chains of Olympus, Ghost of Sparta (que veio agora no fim do ano), Kratos humilhou seus inimigos em todas as plataformas (da Sony) e de uma forma bastante parecida. Aí rolou uma canseira dele, passageira, claro, mas rolou. De novo, não é que eu não tenha gostado (porque jogo até hoje), mas é que não é o meu preferido, só.

Além do espartano, outro que realmente me impressionou foi Red Dead Redemption. Produzido pela Rockstar, todo mundo achou que seria apenas uma skin de GTA4, o que não é. O jogo carrega suas próprias características, não é apenas um “sucessor espiritual” do clássico da bandidagem. Você ter que domar seu “veículo”, sobreviver em meio às adversidades que a Mãe Natureza coloca em seu caminho e apreciar aqueles cenários impecáveis, em nada lembra GTA. Cada um deles com a sua própria essência.

E nem vou começar a falar do DLC com zumbis…

Aí para quem gosta de corrida: Need For Speed Hot Pursuit e Gran Turismo 5. “Iguais” e diferentes ao mesmo tempo. Quem curte corridas alucinadas, carros exóticos e a total falta de regras gravitacionais, esse é o seu jogo. O Autolog, no melhor estilo Facebook de ser, agenda corridas, salva suas fotos e humilha adversários.

Gran Turismo 5, por outro lado, é mais sério, sisudo. Jogo pra gente grande, que quer um simulador, não uma corrida maluca. Mesmo com a demora do seu lançamento, arrebatou o segundo lugar na lista dos mais jogados agora no final do ano. Bacana e divertido, com seus acertos e erros. Não podemos deixar ele de fora, os ‘istas’ que me perdoem.

Quem curte anime se deu bem também: One Piece pro DS, Naruto pra multiplataforma (a primeira incursão da Cyberconnect2 fora da Sony) e Sengoku Basara 3 no ocidente como deveria ser lançado desde sempre, e não como Devil Kings (tá que não é tão anime, mas ganhou um em 2009).

And the Oscar goes to…

Meu melhor de 2010 vai para um gênero ressuscitado no ano passado, na verdade: os jogos de luta. Street Fighter IV colocou o fighting game de volta no mapa, reacendendo a chama dos hit combos, dos Hadoukens e Shoryukens. Aí, sua continuação, sob o codinome de SUPER (da mesma forma que aconteceu nos anos 90), consagrou-se não somente como título, mas inspirou a volta da pancadaria digital.

Com esse retorno escrito, pude ainda desfrutar de outra grande surpresa: BlazBlue. Dos mesmos desenvolvedores de Guilty Gear, o 2D desenhado à mão nunca foi tão belo. Sua continuação, BlazBlue Continuum Shift – meio pilantra, devemos ressaltar – afinou e delineou os personagens criados em 2009, marcando na cabeça de cada um dos jogadores nomes como Ragna, Jin e Noel – agora tem Hazama, Lambda e os DLCs caríssimos de novos personagens.

Mecânica aguçada, senso estético “mangático” e um gosto peculiar pelo fanservice que ronda o Japão, BBCS inaugura oficialmente – já que Tatsunoko vs Capcom é da mesma empresa e veio no fim de 2009, com a versão americana de 2010 – a disputa pela hegemonia dos jogos de luta. Agora é esperar pelo ano de 2011 e encarar os próximos adversários em MVC3, KOFXIII e Mortal Kombat.

PS.: E não, não esqueci de Bayonetta, Transformers, Allan Wake, Scott Pilgrim, Splinter Cell

Eu não curti

Tivemos algumas tranqueiras também, não tem como escapar. O plagiarismo de Quantum of Theory me tirou do sério, de verdade. A adaptação absurdamente aloprada de Harry Potter e as Relíquias da Morte (parte 1), que mesmo inspirada num bom filme do bruxinho inglês (gostei mesmo do filme) ficou perdida entre o LSD usado e a falta de noção das pessoas que produziram o jogo. Um FPS de varinha de feitiços? Ah, vsf…

E o Clash of the Titans, então? Só me fez querer derreter o disco e voltar para God of War!

Outro que foi um êxtase da (falta de) criatividade: Pure Futbol. Só a abertura dele, com o Pelé premiando o vencedor de uma partida no topo de um prédio, já foi suficiente para explodir minha mente. DE VERDADE!

Ano que vem tem mais

O ano de 2011 já começa bem: Killzone 3, Marvel vs. Capcom 3 e MK (apesar de não ser fã da série da ex-Midway). Aí rola um Batman no meio do ano, um Gears of War no fim e, é claro, Uncharted 3. E juro, não quero erguer ‘ismos’ aqui, mas eu realmente gosto de Uncharted, independente da plataforma.

E é isso, boas festas e muitos jogos. E contrinhas na PSN, se quiserem.

Por jkayo Fonte: GameTV